
Na assembleia também ficou deliberado
que a categoria ficar em constante estado de Assembleia Permanente uma vez
que o prefeito não acenou proposta de pagamento do retroativo de 2015, que
somados com os de 2013 e 2014 já chega a 12 meses de passivo trabalhista que o
prefeito Jean Carlos deve em sua administração.
Também fora defendido ações de luta
contra a ação do município em querer induzir o professor a buscar auxilio
doença no INSS. Os professores tem apresentado o laudo médico a prefeitura que
insiste em encaminha-los para o INSS mesmo podendo trabalhar na escola. O
sindicato através do advogado Hildon Robrigues orientou que nenhum docente
fique em casa, continue trabalhando e assinando o livro de ponto.
O dia 30 de julho era o prazo dado pelo
prefeito de pagar junto a remuneração do mês o 1/6 ferial. Até o momento em que
foi postado nenhum professor confirmou o pagamento do mês muito menos o 1/6.
No dia 31 de julho os professores voltam
ao planejamento pedagógico, como seria como de costume todas as escolas se
reunirem na Joaldo Barbosa, ainda ontem de repente a administração parece ter
orientado que cada escola fizesse em separado para não permitir que os
professores se reuniam e deflagrem algum ato de paralisação.
Os professores decidiram também marcar vigília no dia 09 de setembro para aguardar a proposta de pagamento do retroativo e que se mobilizarão para garantir o pagamento do 1/6 e esperam que o prefeito pare de constranger os docentes readaptados induzindo-os a pedir o auxilio doença, que só pode ser pedido por quem não pode mais trabalhar.
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