quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Prefeitura de Boquim apresenta dados de estudos mas não apresenta proposta! Ao menos o primeiro passo foi dado







No dia 19 os professores da rede municipal de Boquim paralisaram as aulas por causa das inúmeras desmarcações das audiências feitas pelo Executivo Municipal e pela exclusão da Comissão do SINTESE eleita pela categoria para acompanhar os estudos de implementação do piso na cidade Boquim. Pela manha os professores ocuparam a Câmara Municipal onde tiveram a oportunidade de esclarecer alguns pontos sobre a luta do Magistério Público tocados pelos vereadores na tribuna do dia. Foi entregue ao presidente da Casa, uma carta compromisso, direcionada a todos os vereadores presentes, solicitando o apoio de todos que compõe a Câmara Municipal.

Na parte da tarde os professores esperaram a proposta do prefeito Pedro Barbosa que seria apresentada a Comissão do SINTESE e ao presidente Joel Almeida. Porém o prefeito reuniu toda a sua equipe de comissionados na educação e assessores técnicos diretamente a categoria e os representantes do sindicato. Conforme acertado inúmeras vezes a reunião seria apenas com a Comissão – mas fugindo do acertado o prefeito preferiu mostrar os dados e não apresentar a proposta prometida nos ofícios entregues anteriormente.

Os professores puderam acompanhar os dados que seriam até questionados se houvesse tido o espaço para assim fazê-lo. O prefeito de Boquim sugeriu que o sindicato fizesse uma comissão para negociar as futuras propostas que poderiam vir após esse feito – o que para os presentes foi surpresa, pois desde fevereiro o SINTESE vem sugerindo a prefeitura a mesma coisa.

O presidente do sindicato dos professores ao usar a palavra lembrou que a forma de pagamento por abono era “algo como areia movediça” que a prefeitura pode se complicar futuramente. Joel Almeida lembrou ainda ao prefeito que o sindicato nunca quebrou uma prefeitura ou o estado, pois os professores sabem muito bem que os ganhos e avanços da carreira da categoria são conforme a realidade de cada município e que outras cidades mesmo com queda na receita já implementaram o piso e outros já estão fechando as negociações. Os professores Adilson Ribeiro, Jonas Vidal e José de Jesus pediram espaço para falar, mas não foram atendidos. Apenas o professor Pacheco Junior usou da palavra louvando a postura do Sindicato em sempre buscar o diálogo e que os atos deliberados pela categoria fazem parte do processo de luta.

A reunião terminou com o acordo que o sindicato terá as folhas do MDE e do FUNDEB e demais recursos vinculados a educação para seus estudos e que a prefeitura estude sua proposta e a apresente o quanto antes numa audiência com as Comissões do SINTESE, dos Vereadores e do Executivo.



2 comentários:

José Augusto Boquim disse...

Caros cidadãos Sergipanos e em especial, conterrâneos, boquinenses!A luta é um processo civilizatório tão antigo quanto a humanidade. Na concepção de uma vida, o gameta masculino mais rápido e mais resistente, chega até o óvulo e o fecunda. Numa competição de atletismo, um atleta almeija chegar sozinho em primeiro lugar. Com os professores, ocorre o contrário, pois com a união é que possuem mais força e juntos somos fortes. A luta é um processo democrático e salutar que não pode faltar para qualquer segmento social, visto que, a sociedade é mais forte quando está unida e o capitalismo que visa o lucro, não partilha da idéia de igualdade perante a lei.Assim seria socialismo, onde poderia haver democracia com o lema: governo do povo, pelo povo e para o povo. Eu trabalho para o povo que é meu patrão e o de qualquer funcionário, seja ele do mais baixo ao mais alto calão.

José Augusto Boquim disse...

Sou estudioso, gosto de escrever, tirei a média mais alta em produção de texto e em capoeira I,fiz concursos para:curso de auxiliar de enfermagem em 1986, ficando em 3º colocado, concluí o ensino médio em 1997,dois concursos em Riachão do Dantas, o 1º ficando em 10º colocado e o segundo para aumentar salário e poder trabalhar por área, fiz concurso em Boquim para professor em 2002 passando em 35º e caindo para 47º para contagem de títulos, em 2004 fiz vestibular para Educação Física na UFS, ficando em 9º colocado, fiz a minha monografia sobre as opções de lazer em Boquim: um estudo descritivo com diário de campo. E sempre estudei em escola pública, saindo da Zona Rural até a cidade.Hoje não estou realizado, por mais que estude e faça cursos, fiz diversos cursos: técnicas pedagógicas,informática básica, secretariado e atendimento, tapeçaria, agente de edemias em combate à dengue, curso para agentes de saúde em ajuda à gestante, curso de inclusão com libras, auxiliei enfermeira em PSF para substituição de uma auxiliar que foi trabalhar em Indiaroba, e outra enfermeira em Arauá, quando o prefeito eleito não mais precisou de meus servisos.Estou sendo lapidado como uma jóia, pois era uma pedra tosca e sem brilho. Vejo que meu valor não condiz com meus vencimentos, pois valorizar o magistério nunca foi prática de políticos. Será que devo ser candidato a vereador, pela comunidade carente de Meia Légua? assim poderia trazer benefícios para esta comunidade que tem muitos atletas do futebol e trabalhadores rurais como o meu pai que é bem popular.

Sobre o que já postamos

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